domingo, 29 de janeiro de 2012

Cuidado com o que escreve!

As vezes, escrevemos coisas sem pensar. Porem se escrevermos em sms, e-mail, carta e no final das contas não enviarmos é como se nada disso houvesse existido, afinal de contas aquilo que ninguém viu, não existiu. O problema é quando algumas coisas não explicitamente divulgadas em redes sociais e em blogs.
Os seres humanos tem como pratica habitual essa coisa de "preciso mostrar a minha vida para o mundo", muitas vezes mostramos implicitamente só para que determinada pessoa ou determinado grupo entenda o que de fato aquilo quer dizer, porem o maior problema não é esse e sim, o que escrevemos quando estamos com raiva, quando não temos o que de fato falar em um momento de desespero.
Só que essa imprudência, desespero e porque não ERRO, pode custar um preço muito mais alto que aquele que você está disposto a pagar, pois afinal de contas o que é escrito na internet é escrito de caneta, que mesmo que se passe o corretivo, ainda continuará com uma marca na mente de quem leu aquilo que foi escrito.
Então, queridos leitores. Cuidado com o que escrevem!





Para terminar.

'' ... Saudade é amar um passado que ainda não passou,
É recusar um presente que nos machuca,
É não ver o futuro que nos convida ... ''

Pablo Neruda


I miss him, but I know that he will never comes!

quinta-feira, 3 de março de 2011

Rascunhos

Calejada pelo tempo,
Com cicatrizes de um passado infeliz.
Depois de insistir nos mesmos erros
Percebi o quanto era infantil e inexperiente.
Porem, nunca deixei que o mundo destruísse o s meus sonhos
Descobri que Augusto dos Anjos era sábio,
Sempre que fava “o beijo é a véspera do escarro...
Apedreja essa mão vil que te afaga, escarra nessa boca que te beija.”,
Que trair dói mais em meu coração que no ego do traído,
Que o tempo amigo, deixa marcas semi definitivas,
que a sabedoria vale mais que qualquer outra coisa,
E que ser tolerante e compreensiva as vezes pode me deixar com raiva.
Aprendi que amar não é tudo,
E que vale mais uma relação de respeito que uma sentimental.

E fui burra, ao jogar no lixo tudo isso que falei,
E novamente cair nos braços da tal paixão,
Deixando-me levar até constatar mais uma vez que errei.
E que o tempo me caleja cada vez mais,
E cada vez mais me apaixono,
E cada vez mais sou feliz,
E cada vez mais, sofro.

Sofro mais e mais.




terça-feira, 1 de março de 2011

Eu danço entre os carros


Hoje eu encontrei um velho retrato seu
por onde andarão os olhos
que um dia foram os meus?
A rua sem você, vazia é quase nada
escura, suja e triste recordação maltratada


Bêbada, rouca e louca
eu danço entre os carros
na marginal congestionada
Grito, blasfemo, paixão e ódio
Mágoa, despeito
um homem não vale nada, não vale nada.

Os dias passam sedentos
nessa mesma mesa de bar
copos vazios que brindaram saúde
a quem já não me quer mais
não me quer mais, não, não quer mais

Bêbada, rouca e louca
eu danço entre os carros
na marginal congestionada
Grito, blasfemo, paixão e ódio
mágoa, despeito
um homem não vale nada, não vale nada.


Toma um fósforo acende teu cigarro
O beijo amigo é a véspera do escarro
a mão que afaga é a mesma que apedreja
Se alguém causa ainda pena à tua chaga
Apedreja essa mão vil que te afaga
Escarra nessa boca que te beija.



O dia num foi muito dos melhores, desculpem me queridos leitores.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Casal que um dia me fez chorar.

Boa tarde amados e amadas!

Bem, para queles que convivem comigo não é segredo nenhum o quanto eu AMO os filmes do Tim Burton e tem um em especial que me marca e ainda me faz chorar desde que eu era criança.

O filme é "The nightmare before Christmas" ou "O estranho mundo de Jack", essa estoria se passa
na terra dos feriados, onde cada feriado vive em um mundo separado dos outros e eles nunca se encontram ou se quer sabem que existem outros feriados, e em cada mundo todos os abitantes trabalham para se superar a cada ano, para que as suas festividades sejam sempre perfeitas. Nossa estoria se inicia em Halloween Town, onde vive Jack Skellinton o rei do horror/the pumpkin king, só que Jack esta casado de todo halloween ter de fazer sempre as mesas coisas, sendo que ele estava cansado de ser quem ele era, e sem querer ele vai para em Christmas Town, um lugar magico no qual Jack fica encantado e descide tomar para si o Natal, pronto era o que bastava para a encreca estar pronta.
No meio de tudo isso encotramos Sally, uma boquena de pano feita para ser a companheira do cientista de Halloween Town, porem Sally amava Jack e sabia que essa estoria de roubar o Natal não daria muito certo, bem o final de Jack e Sally esta logo ai, e o Filme, esse sim vale e pena ver.




Bjus a todos e
Happy Valentime's Day

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

A História De Lili Braun


Como num romance
O homem dos meus sonhos
Me apareceu dancing
Era mais um
Só que num relance
Os seus olhos me chuparam
Feito um zoom
Ele me comia
Com aqueles olhos
De comer fotografia
Eu disse X
E de close em close
Fui perdendo a pose
E até sorri, feliz

E voltou
Me ofereceu um drinque
Me chamou de anjo azul
Minha visão
Foi desde então ficando flou

Como no cinema
Me mandava às vezes
Uma rosa e um poema
Foco de luz
Eu, feito uma gema
Me desmilinguindo toda
Ao som do blues
Abusou do scoth
Disse que meu corpo
Era só dele aquela noite
Eu disse please
Xale no decote
Disparei com as faces
Rubras e febris

E voltou
No derradeiro show
Com dez poemas e um buquê
Eu disse adeus
Já vou com os meus
Pra uma turnê
Como amar esposa
Disse que agora
Só me amava como esposa Não como star
Me amassou as rosas Me queimou as fotos
Me beijou no altar
Nunca mais romance
Nunca mais cinema
Nunca mais drinque no dancing Nunca mais cheese
Nunca uma espelunca
Uma rosa nunca
Nunca mais feliz
Nunca mais romance
Nunca mais cinema
Nunca mais drinque no dancing Nunca mais cheese
Nunca uma espelunca
Uma rosa nunca Nunca mais feliz

domingo, 16 de maio de 2010

Ela e Ele....


Imagem retirada do mangá Black Bird.

Esse dois ai na cama são, Kyo e Misao. Eles possuem um relacionamento no minimo estranho, pois a Misaoé um tipo de humano que só nasce a cada 100 anos, seu sangue serve de alimento para os seres do submundo, sua carne os torna imortais e o ser do submundo que casar com ela levará ao seu clã muita prosperidade; e ele ochefe do seu clã (todos os chefes de clã são lindos...*-*). Mais seria muito facil se fosse só isso não é mesmo? Mais para a minha alegria a história não é tão simples assim, Misao e Kyo se conheçeram quando eram crianças, um dia Kyo teve de ir embora e Misao ficou 10 anos sem ve-lo e não lembrava muito de tudo que tinham feito,só lembrava do simples fato de Kyo ter dito a ela que um dia voltaria para busca-la.
De fato ele volta, mais com ele varios chefes de clãs vem para tomar Misao como sua esposa, porem Kyo mesmo antes de saber que ele seria o chefe se clã era apaixonado por ela, não deixa ninguem chegar perto dela. E Misao também é apaixonada por ele....


Lindinha essa historinha né?
Pois é também me apaixonei, isso que só li o primeiro Mangá da serie queno total possuem 10 volumes.
^^

sexta-feira, 25 de setembro de 2009


Minhas asas estão voltando a crescer...

Apesar de ser fraca, tudo o que mais quero é tirar desse seu peito essa sua dor. Sei que nunca se abrira para mim...mais para que se abrir não é mesmo? Te protego e cuido de ti independente de qualquer coisa.

Sou o anjo que sempre pedio aos céus. Bem, posso ser atrapalhada, fraca, um pouco boba e inocente, mas que isso tudo se dane, quero ser feliz, e é isso que importa. Quero acordar do seu lado por muito tempo, olhar no fundo dos seus olhos, passar a mão em sua face, dedilhar seus cabelos desalinhados e sorrir.

Sei que as vezes não custa nada sonhar com a nossa falicidade, afinal é isso o que eu mais sei fazer.


ass: SONHADORA

...sem titulo...


Ei, a vida nem sempre é justa
Os anjos que você procura
Nem sempre estão lá
Mais ele vem me ver
Nas noites frias de inverno

Adentra a janela de meu quarto
Olha com piedade a minha face
Fria, amarga, cruel e triste
Sai e fecha a janela
Mas deixa para traz suas penas
De assas negras e vermelhas.

Crave de uma vez
Vez essa, o punhal
Crave-o em meu peito
Esse amargurado
Cheio de raiva em rancor
Esse peito que nunca soube o que foi o AMOR

É realmente o destino
Esse cruel inimigo meu
Sempre me quis só.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Uma noite.

Era uma sexta-feira normal, ou quase isso. Meia hora antes de terminar o meu experiente o meu celular tocou.

- Oi querida- disse a voz familiar do outro lado da linha.

- Oi meu bem.

- Então vamos fazer alguma coisa?...Quem sabe um cineminha, ou aquele seu restaurante favorito na Paulista?...

- Não, tenho algo em mente, te pego às 22h na gente do seu escritório.

- Nossa... então esta bem.

- Até mais querido.

Saindo do meu trabalho fui em casa tomei um banho não muito demorado, coloquei o meu vestidinho preto de alcinhas nada muito cheio de luxo, mais com uma certa finnese, uma sapatinha fina, o cabelo em um coque mau preso. Sob a mesa uma caixinha ao lado do meu celular, ambos foram parar dentro da bolsa. No hall do prédio de uma olhada discreta no espelho só para ver se estava bom.

As 22h como o combinado estava pegando-o no trabalho, quando ele entrou no carro me beijou brevemente e logo abriu um sorriso. Dirigi ate o centro da cidade, mais especificamente ate o Edifício Itália, entramos e subimos até o 42° andar.

- Uau, que lugar lindo amor – disse ele deslumbrado com o lugar.

- É, aqui é realmente lindo. Fazia muito tempo que não vinha aqui- disse o conduzindo até duas poltronas vazias, de frente para o vitral circular da sala.

Sentamos nas poltronas de uma cor clara quase branca, com uma mesinha de centro redonda a nossa frente, virei a minha poltrona para ver a paisagem do auto de edifício, e ele fez a mesma coisa.

Pedimos uma garrafa de vinho suave e algumas queijos.

Ele se aproximo de mim ficamos lado a lado, a nossa frente a mesinha de centro decorada com uma pequena lamparina, que iluminava a garrafa as taças e os queijos, pois a luz do ambiente era muito fraca.

Ficamos ali conversando por muito tempo, sobre absolutamente tudo.

Ele era impecável, apesar de não ser perfeito e foi essa imperfeição que me atraiu. Responsável, mais racional de mais. Isso iria mudar, ou era o que eu esperava.

Aproveitei que ele foi ao banheiro, aproveite-me disso. Tirei a caixinha da minha bolsa coloquei na mesinha de centro com um bilhete simples e improvisado...

Quer ou não?

terça-feira, 8 de setembro de 2009

... o Baile

Em uma noite qualquer de um ano qualquer eles se conheceram, indiretamente mais se começaram, a partir desse dia começaram a se falar constante mente.

O único problema é que ainda não se conheciam “olhos nos olhos” como ambos costumavam dizer.

Eram tão apaixonados...

Mais pelo o que?


Por lindas palavras, e lindos versos... Nosso amor e uma cabana... O amor é tão lindos descrito em palavras não é mesmo?


Era um amor tão lindo e utópico, as vezes vivemos de utopia, apáticos a tudo e sempre buscando a felicidade .


Era assim esse casal.


Um dia ambos ansiosos para se verem, uma ansiedade tão grande que era capaz de transbordar de seus corpos.


Nesse dia marcaram um encontro, apesar de morarem apenas poucas horas um do outro havia junto com a curiosidade de ambos o medo.


Naquela noite, no meio de um festival de mascaras eles sem encontrariam.


Combinaram tudo dias antes, e foram.


Quando se viram, por um instante não foram capazes de pensar em nada, apenas em tirarem as mascaras e finalmente se sentirem.


Quando chegaram perto,ele viu o quando ela era linda, seu cabelos castanhos levemente ondulados, sua boca vermelha e carnuda, seus traços finos como se tivessem sido feitos por um artista, seus olhos lindos só isso que posso falar que eram lindos, seu corpo esbelto fazia com que ela fosse uma linda moça.


E ela não foi capaz de fazer analise alguma, pois tinha simplesmente se apaixonado por aquele que escrevia para ela as mais belas cartas de amor já lidas em toda a sua vida.


Eles se olharam por alguns segundos, ele sentiu como se um abismo infinito os separasse,ela não pensou nada só começou a chorar emocionada e o abraçou.


Ele sem fazer qualquer movimento brusco simplesmente a afastou olhou em seus olhos por alguns instantes, fez um sinal de reverencia, deu as costas a ela e simplesmente sumiu entre a multidão mascarada do festival.


Quando se olha para o abismo, o abismo devolve-nos o olhar.
Friedrich Nietzsche
Um poema nunca se acaba, abandona-se simplesmente.
Paul Valery (1871-1945)